2012,jul
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ZMOT. Agora as pessoas pesquisam antes de comprar.

in Mercado, by Camila Giamelaro

ZMOT é um termo trazido pelo Google em seu ebook de mesmo nome que foi lançado já faz algum tempo. O ebook gratuito, que pode ser baixado neste link, traz um importante estudo sobre a mudança de comportamento dos consumidores e principalmente como se da a experiência deles com as compras.

ZMOT é um acrônimo para “zero momento of truth“, ou “o momento zero da verdade”. Mas afinal, o que é o momento zero da verdade?

Segundo o ebook do Google, a experiência de compra de um consumidor esta sustentada em dois “momentos da verdade”. Após receber o estímulo da compra, quando a pessoa decide que precisa ou quer comprar, algo ela vai até a prateleira (o 1º momento), efetua a compra e depois tem a experiência de uso daquele produto (2º momento de verdade). O ZMOT abre um ciclo dentro destes dois momentos, se encaixando antes do 1º momento (a prateleira) e sendo um resultado do que a pessoa vai postar na internet no 2º momento (experiência). Não entendeu? Talvez essa imagem ajude um pouco:

Este principio se aplica a praticamente todas as formas de consumo que temos hoje. A internet acaba se tornando fundamental na compra de produtos. O fato de esta prática estar se tornando comum, faz com que isto afete produtos de todas categorias, desde os mais caros (casas, carros, etc) até os mais triviais do dia-a-dia (alimentos, roupas, etc).

Para qualquer um que trabalhe com comércio eletrônico ou estude os comportamentos do consumidor deve ler o ótimo material do Google (que está em português), que pode ser acessado em www.zeromomentoftruth.com.

Fonte: midiatismo

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2012,jul
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O extraordinário novo mundo dos tablets

in Mercado, by Camila Giamelaro

Tablets com telas finas como papel que podem ser dobrados e guardados dentro de bolsos, inteligência artificial e realidade aumentada – coisas de ficção científica que logo estarão na loja mais próxima de você!

Já faz dois anos que a Apple lançou o iPad e gerou rivais como os tablets da Samsung, da Amazon, da Sony e agora os da Google e Microsoft. Boa parte dessa competição toda está centrada em criar smartphones e tablets mais leves, mais finos, mais rápidos e que durem mais que ser antecessores e a tendência não mostra sinais de desaceleração. O mercado, cada vez mais lotado, também está fazendo designers e engenheiros de hardware a explorarem novas tecnologias que podem revolucionar a aparência dos dispositivos móveis para os próximos anos.

“Devemos pensar além do dispositivo touch-screen” diz Zhoung Lin, professor da Universidade Rice, que realiza pesquisas sobre sistemas mobile. “Porque temos que carregar tablets, ter tantos dispositovos? Nós devemos pensar em computadores que possamos vestir.”

Alguns pesquisadores estão experimentando dispositívos vestíveis, como o Google Glass que tem uma tela do tamanho de um selo eletrônico montado em armações de óculos, que grava vídeos, acessa e-mails e navega pela internet. Outros, como a Microsoft, estão investigando o uso de câmeras 3D  para criar imagens em pop-up  quando uma pessoa ligar. Samsung tem um vídeo conceito que mostra um smartphone híbrido com tablet que é dobrável e transparente que também pode ser utilizado como um intérprete em tempo real.

Poucas destas novas tecnologias chegarão às lojas em breve, pois as empresas e pesquisadores estão mais ativamente trabalhando em inovações touch-screen em curto prazo. Em particular os diodos orgânicos transmissores de luz, ou simplesmente OLED, é amplamente apontado como o sucessor das telas de cristal líquido. Telas de OLED, como no Samsung Galaxy Note, são mais leves, finos, e mais resistentes que as telas atuais.

A principal atratividade do OLED é sua dureza, mas a tecnologia pode, umdia, permitir que tablets sejam dobráveis ou enrolados como um jornal. Chegar a este ponto da tecnologia significa criar desafios como construir chips delicados e componentem internos mais flexíveis e resistentes.

“As telas flexíveis e dobráveis serão implantadas primeiramente em tamanhos menores, como em smartphones”, disse Rhoda Alexander, analista de tablets da iSuppli IHS. “Os tablets podem vir na sequência, depois que os custos de fabricação e rendimento forem testados”.

Um conceito  NewSSlate de desdobramento da Innovation+Bermer Labs mostra  um tablet dobrável  que pode ser usado para ler notícias e ver vídeos. Não espere estes ficarem pronto durante alguns aninhos.

Próximo passo: vidro maleável

Além de experimentar diversos materiais em seu laboratório, fabricantes estão fazendo parcerias com importantes instituições acadêmicas em sua busca por telas mais interativas. A samsung está trabalhando com o departamente de engenharia química da Universidade de Stanford, e a Microsoft está trabalhando com o pessoal da Universidade Rice.

A equipe do professor Zhenan Bao na Universidade de Santford desenvolveu uma “pele eletrônica” elástica, super-sensível e que funciona com energia solar, que também pode ser considerada sensores  que sentem um toque tão leve quanto o de uma mosca. Uma de suas aplicações óbvias é como tela sensível ao toque, e Bao disse  que a pesquisa está gerando uma série de consultas de empresas. “Neste momento há um grande interesse em se ter sensores em telas em que é necessário se fazer uma certa pressão para funcionarem”, disse Bao. “As empresas estão basicamente buscando material para substituir o atual silicone, que seja mais barato e compatível com  substrato de plástico, mas que tenha o mesmo nível de performance”.

A empresa especialista em vidros Corning Inc, famosa pelo seu “gorila glass” utilizada nos dispositivos da Apple, tem um vidro ultra-fino e flexível chamado “willow glass” que tem o potencial de permitir que telas sejam enroladas nos dispositivos. A corning diz que já está enviando às empresas amostras deste material, que é compatível com as telas de OLED.

O tamanho importa, pelo menos por enquanto…

A cada nova geração os tablets apresentam grandes melhorias na densidade de pixels e qualidade de imagem, fazendo fotos, jogos e filmes mais realistas. Os fabricantes e designers de softwares fizeram menos progresso encontrando meios  para dar ao computador  um feedback físico e tátil, mas estão trabalhando nisso.

As apostas são altas quando se trata dos tablets estarem cada vez mais integrados aos smartphones e outros dispositivos caseiros. Apostando na tecnologia certa e recursos é fundamental, uma vez que a categoria já atingiu um grande número de vítimas, incluindo o tablet Touchpad da Hewlett Packard que morreu ano passado, depois de apenas alguns meses do lançamento.

Com tantas empresas entrando na briga para pegar uma fatia do mercado que o iPad da Apple conquistou, quem acertar pode acabar influenciando a maneira como as pessoas se comunicam e consomem todas as mídias.

Por enquanto, o tamanho e preço são os fatores onde os fabricantes estão competindo para quebrar o domínimo da Apple no mercado dos tablets. Seis em cada dez tablets vendidos são iPads.

“Uma grande área aberta  que resta para se investir é o método de entrada dos dispositivos”, disse Tony Fadell, co-fundador e chefe executivo da Nest Thermostat, que anteriormente liderou a equipe da Apple que desenvolveu 18 gerações de iPods e 3 de iPhones. “Existe o método de entrada tátil e por voz, e eles ainda precisam ser bastante trabalhados nos tablets”, completou Fadell.

Num pedido recente de patente relacionada à tecnologia tátil, ou hapática, A Apple definiu como características poderiam ser adicionadas a uma tela que tornaria possível alterar a sensação da superfície.

Os fabricantes também estão trabalhando para melhorar o reconhecimento de gestos, realidade aumentada e controles de voz, como o Siri da Apple.

Bernie Meyerson da IBM espera que aconteçam grandes avanços na inteligência artificial nos próximos anos. Ele prevê que as pessoas tenha uma verdadeira conversação com seus dispositivos, que contará com uma tecnologia muito mais avançada que a do computador Watson da IBM que derrotou dois campeões de Jeopardy ano passado.

“Você vai entregá-lo à sua avó e ele vai funcionar perfeitamente. Vai se adaptar, se ajustar à sua voz”, disse Meyerson. “Você vai ter algo para carregar dentro do seu bolso e que irá te escutar quando você quiser”.

Teclados a partir de projeção a laser que se conectam com dispositivos mobile via Bluetooth já estão disponíveis, embara alguns digam que a tecnologia ainda é falha. Em junho a Microsoft revelou seu tablet, o Surface, com uma tela de 10,6 polegadas e uma capa protetora que funciona como teclado.

Outras novas melhorias em hardware para tablets são vistos como diferenciais atraentes, mas menos importantes. Em um evento que aconteceu em Madrid no começo deste ano, os fabricantes mergulharam tablets em aquários para mostrar novos revestimentos impermeáveis. A Intel Corp. recentemente lançou seu ultrabook cuja tela pode ser girada ou até solta do teclado, funcionando como um tablet.

Fonte: Toronto Sun
Imagem: IBM

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Google lança site para explicar 20 anos de evolução da internet

in Mercado, by Camila Giamelaro

Nas duas últimas décadas, web cresceu em dados, usuários e no uso de novas tecnologias, que impulsionam cada vez mais sua transformação

Como parte de seus anúncios durante a Google I/O, o Google lançou nesta sexta-feira (29/06) um site com visualização interativa que acompanha a evolução da internet nos últimos 20 anos. O serviço, chamado de “A Evolução da Web”, mostra o crescimento em relação aos dados, usuários e principais tecnologias que têm impulsionado a transformação da web.

“Com o tempo, as tecnologias da web evoluíram para proporcionar aos desenvolvedores da web a capacidade de criar novas gerações de experiências da web úteis e imersivas. A web atual é resultado dos esforços contínuos de uma comunidade da web aberta que ajuda a definir essas tecnologias da web, como HTML5, CSS3 e WebGL, e a garantir que elas sejam suportadas em todos os navegadores da web”, diz a mensagem no site.

Em forma de pequenos infográficos, a página é dividida em dois grupos: “Navegadores e tecnologias” e “O crescimento da Internet”. O primeiro fala da evolução dos browsers e de como seu uso se tornou multitarefa ao longo dos anos, desde a criação do Opera, Internet Explorer, Firefox e Chrome até a chegada dos softwares a vários tipos de aparelhos, como notebooks e smartphones.

Já o segundo grupo aborda o aumento no tráfego de dados nos últimos anos, quando passou de apenas 1 petabyte por mês, em 1995, para mais de 27 mil petabytes por mês em 2011. Para se ter ideia, se 14 mil PB de dados fossem armazenados em DVDs no formato padrão e colocados lado a lado, seria o equivalente a distância entre a Terra e a lua. Além disso, os gráficos revelam o crescimento do número de usuários na internet, passando dos 100 milhões em 1996 a mais de 2 bilhões em 2011 (cerca de um terço dos habitantes do planeta).

Para acessar “A Evolução da Web”, clique aqui.

Fonte: Olhar Digital

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2012,jul
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Google Anuncia Tablet Próprio Para Concorrer com Kindle Fire

in Mercado, by Camila Giamelaro

Ontem, no evento Google I/O, a empresa chegou com várias novidades. Além de um novo sistema operacional móvel e uma renovada em sua rede social Google+, duas notícias chamam muito a nossa atenção.

Uma delas é o Nexus 7, o primeiro tablet concebido pela Google (embora fabricado pela ASUS). São 7 polegadas de tela com resolução 1280 x 800 pixels, processador NVIDIA quad-core Tegra 3 de 1.3GHz com 1GB de RAM, 8GB de armazenamento interno, câmera frontal de 1.2 megapixels e 10 horas de bateria. Vem com conexões Bluetooth, WiFi, GPS e até NFC. Só não vem com 3G e câmera traseira.

O preço é tentador: US$199, igualzinho ao Kindle Fire da Amazon (há também uma versão com 16GB por US$249). E aí está o alvo. Enquanto muitos dizem que o Nexus 7 chega para competir com o Kindle, o alvo óbvio fica sendo o Kindle Fire. Com o sistema Android da Google, a empresa de Jeff Bezos tem seu hardware no topo das vendas de tablets. A Google percebeu isso e quer também uma fatia dessas pessoas que simpatizaram com um aparelho menor, menos poderoso e mais barato.

Durante a apresentação, os diretores do Google não paravam de falar como o tablet era leve como um livro, pequeno como um livro… a interface é parecida com a do Fire, centrado em conteúdo. E a Google já avisou que o Play, sua plataforma de mídias, já possui 4 milhões de eBooks e filmes, seriados, programas de televisão e revistas. Competição direta e na cara.

Por enquanto, só será vendido em alguns países, e começa a ser entregue em duas semanas. Será que virá ao Brasil?

A outra notícia interessante, que vale a pena citar, é o Project Glass. Muitos de vocês devem ter visto um vídeo no YouTube uns tempos atrás, que mostrava uma ideia de produto da Google. Um óculos com realidade aumentada que se conectava à internet, tirava fotos, fornecia mapas, etc. E, longe do que todos esperavam, a Google anuncia que o Project Glass realmente saiu do papel, e começará a ser vendido em fase beta para desenvolvedores já em 2013.

Um novo panorama se abre a todos que trabalham com livros, com conteúdo. Como histórias poderiam ser contadas na frente dos seus olhos? Quantas possibilidades teremos com uma nova plataforma como essa? É de dar um nó na cabeça…

Fonte: Revolução E-Book

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2012,jun
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e-Book do Google Varejo

in E-Books, by Elen Pérez

Uma ótima oportunidade para ficar por dentro das tendências do Varejo é baixar o e-Book do Google Varejo. Entre outras informações e lições que este e-book nos traz é:

Lição 5: O que vem pela frente:
30% das vendas em lojas físicas vão passar para o mundo online;
iPads são muito importantes;
Smartphones podem ser menos importantes do que tablets dependendo da categoria;
Mídias sociais são importantes para serviço, mas não para vendas (pelo menos no curto prazo).”

Fonte: e-Book do Google Varejo

Para Download Clique Aqui!

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2012,jun
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Google anuncia função offline para Google Maps do Android

in Aplicativos, by Camila Giamelaro

Em algum momento, num futuro próximo, o Google Maps app para Android vai ter suporte offline!

Você alguma vez já perdeu sua conexão com a web ao tentar usar o aplicativo? Isso vai ser coisa do passado.

A Google não informou quando isso vai acontecer, mas como você sabe este aplicativo oferece suporte a um recurso semelhante e experimental no Labs. É limitado a apenas 10 quilômetros quadrados, e muitas vezes faltam detalhes importantes tais como detalhes de localização e tráfego. Esperemos essa nova etapa irá incluir esses detalhes.

Fonte: App Newser

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2012,abr
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2012 é o Ano dos Tablets nas Empresas

in Infográficos, by Elen Pérez

Com a rápida ascensão dos tablets e da computação na nuvem, o que se sugere é que 2012 será o ano da computação na nuvem em tablets para as empresas.

As opiniões compartilhadas pelos leitores da TabTimes e pelos lideres de mercado em tablets presentes no evento em NY Tablet Strategy se transformaram num infográfico, produzido pela agencia de publicidade Vertic. Destacando a mobilidade, facilidade de uso, benefícios ao time de vendas como razões para as empresas adquirirem os tablets.

Interessantemente existe o desejo de colocar os tablets no lugar de trabalho, porque existem mais aplicativos de trabalho prontos para download, uma tendência de 2012.

Dito isto, os dados mostram ainda as preocupações sobre a adoção de tablets nos modelos “traga o seu próprio dispositivo” (BYOD) ou através de um plano de aquisição corporativa, os entrevistados se preocupam com a segurança, o custo total, a capacidade de back-up, acesso de dados e suporte a dispositivos adicionais para proteger os tablets.

Dados da Vertic mostram que o número de tablets em empresas terão aumento de 13,6 milhões em 2011 para 96.300.000 em 2016, representando uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 48%, e também revela algumas estatísticas interessantes sobre a evolução BYOD, e quem está pedindo tablets na empresa.

O infográfico revela que 21% dos colaboradores tem solicitado um tablet, 38% dos executivos seniors tem tablets, enquanto signficantes 57% dos gerentes de TI tem usado seus próprios tablets independentemente da política da empresa.

A adoção tablet está aumentando as compras corporativas, como a Vertic observa, são 51% de compras corporativas de tablets em 2011, contra 21% de 2010. Em comparação, o número de usuários BYOD dobrou de 8%  para 16%, no mesmo período.

A navegação na web, o uso de e-mail são os usos mais populares entre os usuários corporativos e domésticos de tablets e o terceiro uso mais popular é com o trabalho remoto.

E como TabTimes contou recentemente, o infográfico mostra que a educação, saúde, governo, varejo e jurídico estão entre os setores mais propensos a demandar de tablets em 2012.

Dados da Vertic apontam que os projetos de desenvolvimento de aplicativos mobile superarão em 4 para 1 os projetos de aplicativos para PC 2015. A empresa também acredita que a Apple e o Google irão ajustar seus respectivos sistemas operacionais para o ambiente de negócios no futuro próximo, especialmente com o iminente Windows 8 que  deve ser lançado antes do final do ano.

Fontes da Vertic:  Curti do Gartner, Accenture e Cisco (via TabTimes) para a informação infográfico.

Fonte: www.vertic.com

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2012,abr
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Ficou impressionado com o Project Glass? Então você vai pirar com as lentes iOptik

in Gadgets e Devices, by Camila Giamelaro

O governo dos EUA ordenou o desenvolvimento de um protótipo de lente de contato que irá ajudar os militares a ver informações virtuais diretamente de um óculos e ainda ter a visualização de seus arredores. As lentes podem melhorar HUDs (heads-up displays) usados atualmente que mostram informações da tropa, posições inimigas, intervalos de alvo e muito mais.

Segundo a BBC, o Pentágono pediu um protótipo para a Innovega, a empresa que criou a lente. A iOptik foi parcialmente financiado através do Departamento de Defesa dos EUA. Ao contrário dos HUDs atuais que são usados ​​pelas tropas, a iOptik permite um amplo campo de visão, até 120 graus, segundo a página do produto.

O iOptik resolve um problema fundamental, porque o olho humano pode se concentrar apenas em uma distância em um determinado momento. Então, quando um soldado olha para um HUD, por exemplo, ele só pode ver os dados que ele transmite e não o ambiente ao seu redor. O filtro especial nas lentes iOptik permite foco duplo: Vendo objetos reais longe ao mesmo tempo que visualiza dados de realidade aumentada perto do olho. Suspeito que o Google Project Glass, uma solução similar, não terá esta mesma capacidade.

A iOptik não vai ser exclusiva para fins militares. A Innovega diz que as lentes estão atualmente em fase de ensaios com o FDA nos EUA e estarão disponíveis para o público em geral até 2014. Em menos de dois anos você pode andar por aí e ver seu perfil no Facebook ao mesmo tempo. Para se ter uma visão ainda melhor do que parece ser capaz de tanto de perto quanto de longe usando a lente iOptik, aqui está uma demonstração de que usa uma câmera digital para simular o olho humano.

 

Fonte: Gigaom

 

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2012,abr
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Um olhar mais realista no conceito do Project Glass da Google

in Gadgets e Devices, by Camila Giamelaro

Todo mundo já deve ter visto o vídeo do Project Glass da Google, o mais novo e inovador dispositivo móvel da empresa. Mas você notou que tinha algo faltando?

Ficaram faltando os anúncios da Google. Qualquer um que utiliza os serviços da empresa sabe que eles estão sempre presentes! Então, um humorista espirituoso e bom de vídeo fez o favor de incluir os anúncios pra nós termos uma perspectiva melhor de como seriam os óculos realmente!

Fonte: Ebook Newser

 

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2012,mar
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iOS e Android tomam cada vez mais o espaço dos smartphones

in Gadgets e Devices, by Camila Giamelaro

Segundo a empresa de pesquisa comScore, a batalha pelo topo dos smartphones mais utilizados está cada vez mais exclusiva apenas a dois concorrentes: O Android e o iOS. A penetração de outros sistemas fica cada vez menor, enquanto os outros dois crescem sem parar.

A pesquisa foi aplicada aos Estados Unidos, mas pode se encaixar perfeitamente no Brasil ou em qualquer outra parte do planeta. O relatório da empresa mostra que, em janeiro de 2012, a Apple ganhou 1.4% de participação, ficando atrás do Google que abocanhou outros 2.3% do mercado que estava em mãos de outros sistemas.

O Android, com uma centena de aparelhos disponíveis em todas as operadoras de lá, e do Brasil também, detém 48,5% do uso de smartphones, seguido do iOS com 29.5%, RIM com 15.2%, Microsoft que registrou apenas 4.4% e o Symbian, que conseguiu resistir ao mundo com seus 1.5% de aparelhos nas mãos das pessoas.

Levando em conta apenas as mudanças em relação ao período anterior, a RIM perdeu 2%, a Microsoft perdeu 1% e o Symbian viu 10% de seus usuários abandonarem a plataforma em três meses.

E você? Qual sistema operacional utiliza?

Fonte: Tudo Celular

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