2012,mai
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8 opções para estudar na web nas melhores universidades

in Experiência, by Camila Giamelaro

Que tal assistir a aulas do MIT e de Harvard sem sair do Brasil e, melhor, sem pagar um centavo por isso? Pois as duas universidades americanas anunciaram, na semana passada, que irão oferecer aulas gratuitas através de plataforma online EdX, que deve ser lançada ainda este ano.

A iniciativa, contudo, não é única. Diversas universidades ao redor do mundo já estrearam seus conhecimentos na web. . Em 2001, por exemplo, a Universidade de Columbia, junto com a Universidade de Chicago e a Universidade de Michigan, lançou uma iniciativa conhecida como Fathom.

A empresa perdeu dinheiro e foi fechada em 2003, mas isso não significa que esse será o destino da nova geração de cursos online. A tecnologia na área avançou muito. Agora, os alunos assistem a vídeos produzidos por especialistas, há uma interface intuitiva, provas, maior interatividade, feedback imediato e interação entre os alunos. As aulas estão mais parecidas com as presenciais – e, em alguns pontos, podem ser até melhores.

Que tal assistir a aulas do MIT e de Harvard sem sair do Brasil e, melhor, sem pagar um centavo por isso? Pois as duas universidades americanas anunciaram, na semana passada, que irão oferecer aulas gratuitas através de plataforma online EdX, que deve ser lançada ainda este ano.

A iniciativa, contudo, não é única. Diversas universidades ao redor do mundo já estrearam seus conhecimentos na web. . Em 2001, por exemplo, a Universidade de Columbia, junto com a Universidade de Chicago e a Universidade de Michigan, lançou uma iniciativa conhecida como Fathom.

A empresa perdeu dinheiro e foi fechada em 2003, mas isso não significa que esse será o destino da nova geração de cursos online. A tecnologia na área avançou muito. Agora, os alunos assistem a vídeos produzidos por especialistas, há uma interface intuitiva, provas, maior interatividade, feedback imediato e interação entre os alunos. As aulas estão mais parecidas com as presenciais – e, em alguns pontos, podem ser até melhores.

Udacity

Em 2011, o professor de Stanford Sebastian Thrun abriu o curso online e gratuito “Introdução à Inteligência Artificial”. As aulas atraíram cerca de 160 mil alunos do mundo inteiro e incentivaram o professor a fundar a Udacity. A empresa oferece atualmente seis cursos na área de tecnologia, todos gratuitos.

No site da Udacity, o aluno pode se inscrever nas aulas que quiser. Se a matéria for recém-lançada, ele consegue seguir as aulas no ritmo do professor. Os cursos têm duração de sete semanas, com vídeos novos lançados a cada sete dias. Na oitava semana, há exames online.

FGV Online

A Fundação Getúlio Vargas também oferece cursos gratuitos pela internet. As aulas da FGV Online funcionam em módulos de cinco a até 30 horas nas áreas de Finanças Pessoais, Sustentabilidade, Empreendedorismo e Direito, entre outras.

Para fazer os cursos, basta entrar no site e se cadastrar na matéria escolhida usando seu CPF e endereço de e-mail.

Uma vez concluídos os diferentes módulos, o aluno faz uma prova e, se tirar uma nota maior que sete, pode imprimir um atestado de conclusão.

A plataforma brasileira ainda peca pela falta de interatividade e recursos que podem ser encontrados nos sites estrangeiros, mas a FGV Online oferece boas opções para quem quer se atualizar ou aprender sobre novos temas.

Univesp TV

O portal da Univesp TV reúne vídeos de aulas da USP, Unicamp e Unesp que também são transmitidos pela televisão no canal da TV Cultura. Os cursos são, em sua maioria, disciplinas regulares dessas universidades, e as aulas são gravadas conforme elas acontecem – dá até para ver os alunos nas salas e ouvir as perguntas feitas por eles. Há aulas que envolvem linguagem, história, economia e física.

Apesar de as gravações serem profissionais, inclusive com o uso de mais de uma câmera e edição do material final, falta a interatividade que existe em outras opções cursos online. A Univesp TV também não aplica provas aos alunos virtuais e não oferece certificados de conclusão de curso.

VEduca

O site VEduca oferece mais de 4.700 vídeos das melhores universidades dos Estados Unidos com o diferencial: muitos dos vídeos têm legendas em português, que foram feitas de maneira colaborativa por voluntários. Sem pagar nada, o aluno pode assistir às aulas que foram gravadas nas salas de Harvard, MIT, Yale e diversas outras universidades.

O sistema de busca do site é bastante avançado e é possível procurar por vídeos de assuntos diferentes, ou através de universidades e professores específicos. Há cursos em 21 áreas distintas, inclusive artes, astronomia, jornalismo, engenharia, economia e política, por exemplo. Como as aulas são gravações de cursos já dados, não há uma interatividade ao vivo com o professor ou com outros alunos. Tampouco há certificados e provas.

Unicamp

A Universidade Estadual de Campinas também participa da iniciativa de oferecer aulas online. A Unicamp, porém, não grava um curso inteiro, mas disponibiliza “aulas magistrais” sobre temas específicos de física, literatura, saúde e biologia, por exemplo. O projeto foi lançado em 2011.

Com duração de cerca de uma hora, não é possível mandar perguntas para os professores. Entretanto, os alunos podem sugerir temas para as próximas aulas e comentar nos vídeos para debater o assunto ou receber respostas da Pró-Reitoria de Graduação da Unicamp.

YouTube EDU

Já há algum tempo o site de vídeos do Google oferece mais do que filmes de gatos ou clipes musicais. No YouTube EDU é possível encontrar aulas de universidades como a Universidade de Harvard (Estados Unidos), Cambridge University (Reino Unido) e Università Bocconi (Itália). A busca pode ser feita por área de conhecimento, universidades e canais diferentes.

Além dos cursos, há também vídeos educativos oferecidos por outros canais, que mostram programas sobre história, ciências e humanidades. O aluno pode, por exemplo, assistir a documentários da BBC ou gravações da Nasa. Muitos dos vídeos possuem legenda.

iTunes U

A Apple também entrou no campo da educação e oferece cursos completos de centenas de universidades no mundo todo. Quem tem o programa iTunes U (gratuito) pode encontrar e acompanhar os cursos pelo computador no canal iTunes U. Já para quem tem dispositivos iOS como iPhone, iTouch e iPad, a Apple desenhou um aplicativo de mesmo nome que organiza melhor os cursos e ainda possui espaços para anotações.

As aulas podem ser em vídeo ou áudio e trazem também arquivos para leitura. Para buscar cursos, o aluno pode navegar por temas (desde literatura a linguagem até engenharia e negócios), universidades ou conferir os cursos mais acessados ou mais recentes.

 

Fonte: Info

 
2012,mai
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Egito quer fornecer 10.000 tablets para estudantes de universidades

in Experiência, by Camila Giamelaro

O governo egípcio assinou um contrato com um fabricante local de tablets para fornecer aos estudantes de universidades 10.000 unidades do equipamento, provando mais uma vez que a educação é um dos mercados mais maduros quando se trata da implantação de tablets.

Ah Ahram reportou que todos os tablets serão distribuídos ao longo de seis meses, com um planejamento do Ministério da Educação que acredita que os dispositivos vão beneficias a maioria dos estudantes. Não foram divulgados detalhes de preços e especificações sobre os tablets até o momento, assim como também não foi divulgado o nome do fabricante designado para o projeto.

A ação vem como parte da iniciativa do governo de impulsionar o uso  do ICT na educação, esperando assim que isso também estimule a indústria local a oferecer mais oportunidades de trabalho para que o Egito possa entrar na competição com grandes fabricantes internacionais.

Este plano é baseado em um outro que foi feito na Índia, onde o governo contratou um fabricante sediado no Reino Unido para construir um tablet de 7 polegadas para os estudantes do país.

Fonte: TabTimes

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2012,mai
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A sala de aula do futuro: Panamá quer dar aos alunos “mesas tablet”

in Devices, Experiência, by Camila Giamelaro

Não contente em apenas colocar tablets nas salas de aula, o governo do Panamá está se unindo à start up franco-canadense ExoPC para disponibilizar mesas-tablet com 32 polegadas para uso dos alunos.

A ExoPC assinou um acordo com o governo do Panamá para equipar uma sala de aula com 20 mesas-tablet, cada uma com tela LCD de 32 polegadas, batizadas como EXOdesk. Estes dispositivos serão preparados para alunos do ensino fundamental, embora um modelo um pouco maior também será fornecido para o professor da turma. Todos os livros eletrônicos, notebooks, utensílios de escrita e outros materiais escolares serão guardados na memória da mesa, e os alunos também acessar todas as informações de suas mesas em casa, via nuvem. A fim de evitar a discriminação contra os alunos sem conectividade com a Internet, ExoPC diz que os livros físicos ainda serão fornecidos aos alunos.

A EXOdesk possui um processador Intel Core i5, roda a Windows 7 e tem interface HTML5, que foi projetado especificamente para ”se encaixar ao currículo das sala de aula física”. Todas as mesas são conectados umas às outras via Wi-Fi, assim como a lousa eletrônica do professor, de modo a permitir que alunos e professores colaborem uns com os outros durante as aulas.

Fonte: TabTimes

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2012,abr
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Tablets na empresa: Como habilitar e capacitar sua força de vendas mobile

in Experiência, by Camila Giamelaro

Com as vendas dos tablets eclipsando as vendas de PCs é hora de nos perguntarmos: Como os seus representantes de venda podem usá-los da melhor maneira.

Talvez você se surpreenda ao saber que 2011 marcou o primeiro ano que os smartphones ultrapassaram os PCs em vendas globais. Com o rápido aparecimento do iPad e outros dispositivos, algumas pessoas estão prevendo que em mais ou menos dois os tablets ultrapassem seus antecessores também. Se esta tendência continuar não vai demorar muito para praticamente todos os profissionais de uma empresa terem um tablet, e as empresas já estão de olho em uma transição para esta nova onda da computação.

Mas a questão da implementação dos tablets não começar com o como – ela começa com o porquê.

Vendas mobile

Muitas empresas nos Estados Unidos já começaram a ver os benefícios do uso de tablets, especificamente com suas forças de vendas. E em uma mesa redonda executiva organizada pela Brainshark, Inc. no ano passado, a maioria dos participantes citou as vendas como a função principal para o uso do tablet em suas empresas.

Para vendedores em campo, os benefícios da adoção do tablet são simples de entender. Leve e fácil de transportar, o tablet tem provado ser um dispositivo conveniente para os representantes em movimento. Armado com tablets, os representantes podem agora caminhar em eventos e conferências com pequenas apresentações e demonstrações de produtos em suas mãos. Alguns relataram mesmo que o “instant on” de tablets iOS e Android ajudou a melhorar a sua produtividade em campo, como menos tempo é desperdiçado em tediosas boot-ups e log-ins.

Outras organizações têm considerado uso do tablet um ponto crítico para treinar funcionários remotos e atualizar de vendedores em campo. Como as equipes de vendas gastam menos tempo no escritório, mais empresas estão optando por vídeo sob demanda e programas de aprendizagem informais ao invés das tradicionais sessões presenciais. Um relatório do Grupo Aberdeen notou que as empresas creditam a acessibilidade de dispositivos móveis com a capacidade de manter uma melhor ligação com os representantes no campo.

Oito em cada dez funcionários usam tablet e smartphone dentro das empresas, diz estudo.

Tablets ajudam a realizar as vendas

Talvez o maior benefício do ponto de vista de vendas, no entanto, está centralizado na comunicação. Em uma pesquisa realizada no ano passado pela empresa Huthwaite, mais de 8.500 vendedores em todo o mundo citaram “comunicação rápida” como a principal vantagem do uso de dispositivos móveis a atingir seus números trimestrais.

Enquanto os smartphones já acesso simplificado a voz e e-mail, os entrevistados observaram que os tablets também permitir-lhes mais liberdade para realizar tarefas que podem ser realizadas em PCs além de proporcionar o acesso a dados e recursos da empresa.

Hoje em dia, os vendedores estão mesmo usando tablets para gerar rapidamente propostas que clientes prospectados podem se inscrever no local e imediatamente receber uma cópia por e-mail. Características como estas permitem que as organizações eliminem cópias para inscrever clientes, diminuindo o ciclo de vendas e tornando o processo de contrato mais ágil.

Apesar de todos esses benefícios e a procura de vendedores próprios, a Huthwaite também informou que menos de 13% dos entrevistados receberam tablets para seu trabalho.

Como os vendedores continuam a atribuir o uso do tablet para cifrões, você pode apostar que percentual começará a aumentar rapidamente na empresa.

Fonte: Tab Times

http://tabtimes.com/

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2012,fev
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Existem alguns metanóicos espalhados pelo mundo e não sabíamos.

in Experiência, by Marcos Inui

É o caso de Shawn Parr, CEO da empresa de consultoria de inovação e design Bulldog Drummond e blogueiro da Fast Company, de onde o texto a seguir foi extraído.

Quem já não disse ou ouviu a seguinte afirmativa: “o problema disso ou aquilo é cultural”. É a partir dessa questão que algumas empresas adotaram o conceito da metanoia para realizar mudanças de aprendizagem organizacional.

Como está a cultura na sua vida ou empresa?

Get on a Southwest flight to anywhere, buy shoes from Zappos.com, pants from Nordstrom, groceries from Whole Foods, anything from Costco, a Starbucks espresso, or a Double-Double from In N’ Out, and you’ll get a taste of these brands’ vibrant cultures.
Culture is a balanced blend of human psychology, attitudes, actions, and beliefs that combined create either pleasure or pain, serious momentum or miserable stagnation. A strong culture flourishes with a clear set of values and norms that actively guide the way a company operates. Employees are actively and passionately engaged in the business, operating from a sense of confidence and empowerment rather than navigating their days through miserably extensive procedures and mind-numbing bureaucracy. Performance-oriented cultures possess statistically better financial growth, with high employee involvement, strong internal communication, and an acceptance of a healthy level of risk-taking in order to achieve new levels of innovation.

Misunderstood and mismanaged

Culture, like brand, is misunderstood and often discounted as a touchy-feely component of business that belongs to HR. It’s not intangible or fluffy, it’s not a vibe or the office décor. It’s one of the most important drivers that has to be set or adjusted to push long-term, sustainable success. It’s not good enough just to have an amazing product and a healthy bank balance. Long-term success is dependent on a culture that is nurtured and alive. Culture is the environment in which your strategy and your brand thrives or dies a slow death.
Think about it like a nurturing habitat for success. Culture cannot be manufactured. It has to be genuinely nurtured by everyone from the CEO down. Ignoring the health of your culture is like letting aquarium water get dirty.
If there’s any doubt about the value of investing time in culture, there are significant benefits that come from a vibrant and alive culture:

  • Focus: Aligns the entire company towards achieving its vision, mission, and goals.
  • Motivation: Builds higher employee motivation and loyalty.
  • Connection: Builds team cohesiveness among the company’s various departments and divisions.
  • Cohesion: Builds consistency and encourages coordination and control within the company.
  • Spirit: Shapes employee behavior at work, enabling the organization to be more efficient and alive.

Mission accomplished

Think about the Marines: the few, the proud. They have a connected community that is second to none, and it comes from the early indoctrination of every member of the Corps and the clear communication of their purpose and value system. It is completely clear that they are privileged to be joining an elite community that is committed to improvising, adapting, and overcoming in the face of any adversity. The culture is so strong that it glues the community together and engenders a sense of pride that makes them unparalleled. The culture is what each Marine relies on in battle and in preparation. It is an amazing example of a living culture that drives pride and performance. It is important to step back and ask whether the purpose of your organization is clear and whether you have a compelling value system that is easy to understand. Mobilizing and energizing a culture is predicated on the organization clearly understanding the vision, mission, values, and goals. It’s leadership’s responsibility to involve the entire organization, informing and inspiring them to live out the purpose the organization in the construct of the values.

Vibrant and healthy

Do you run into your culture every day? Does it inspire you, or smack you in the face and get in your way, slowing and wearing you down? Is it overpowering or does it inspire you to overcome challenges? It’s important to understand what is driving your culture. Is it power and ego that people react to, and try to gain power, or a culture of encouragement and empowerment? Is it driven from top-down directives, or cross-department collaboration? To get a taste of your culture, all you have to do is sit in an executive meeting, the cafe or the lunch room, listen to the conversations, look at the way decisions are made and the way departments cooperate. Take time out and get a good read on the health of your culture.

Culture fuels brand

A vibrant culture provides a cooperative and collaborative environment for a brand to thrive in. Your brand is the single most important asset to differentiate you consistently over time, and it needs to be nurtured, evolved, and invigorated by the people entrusted to keep it true and alive. Without a functional and relevant culture, the money invested in research and development, product differentiation, marketing, and human resources is never maximized and often wasted because it’s not fueled by a sustaining and functional culture.
Look at Zappos, one of the fastest companies to reach $1 billion in recent years, fueled by an electric and eclectic culture, one that’s inclusionary, encouraging, and empowering. It’s well-documented, celebrated, and shared willingly with anyone who wants to learn from it. Compare that to American Apparel, the controversial and prolific fashion retailer with a well-documented and highly dysfunctional culture. Zappos is thriving and on its way to $2 billion, while American Apparel is mired in bankruptcy and controversy. Both companies are living out their missions–one is to create happiness, and the other is based on self-centered perversity. Authenticity and values always win.

Uncommon sense for a courageous and vibrant culture

It’s easy to look at companies like Stonyfield Farms, Zappos, Google, Virgin, Whole Foods, or Southwest Airlines and admire them for their passionate, engaged, and active cultures that are on display for the world to see. Building a strong culture takes hard work and true commitment and, while not something you can tick off in boxes, here are some very basic building blocks to consider:

1. Dynamic and engaged leadership
A vibrant culture is organic and evolving. It is fueled and inspired by leadership that is actively involved and informed about the realities of the business. They genuinely care about the company’s role in the world and are passionately engaged. They are great communicators and motivators who set out a clearly communicated vision, mission, values, and goals and create an environment for them to come alive.

2. Living values
It’s one thing to have beliefs and values spelled out in a frame in the conference room. It’s another thing to have genuine and memorable beliefs that are directional, alive and modeled throughout the organization daily. It’s important that departments and individuals are motivated and measured against the way they model the values. And, if you want a values-driven culture, hire people using the values as a filter. If you want your company to embody the culture, empower people and ensure every department understands what’s expected. Don’t just list your company’s values in PowerPoints; bring them to life in people, products, spaces, at events, and in communication.

3. Responsibility and accountability
Strong cultures empower their people, they recognize their talents, and give them a very clear role with responsibilities they’re accountable for. It’s amazing how basic this is, but how absent the principle is in many businesses.

4. Celebrate success and failure
Most companies that run at speed often forget to celebrate their victories both big and small, and they rarely have time or the humility to acknowledge and learn from their failures. Celebrate both your victories and failures in your own unique way, but share them and share them often.

(Imagens: Corbis Images)

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2011,dez
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Papai Noel da Harley-Davidson

in Experiência, by Elen Pérez

A Harley-Davidson deseja a todos um Feliz Natal!

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2011,mai
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Tablóides próprios são eficientes para o Varejo.

in Experiência, Tablóide, by Ricardo

Quando o varejo começou a utilizar tablóides, o objetivo era atrair consumidores para as lojas tendo as ofertas como principal – e muitas vezes, único – argumento. Criado para ser um instrumento de vendas, depois de muita experimentação, alguns tropeços e várias mudanças no comportamento do mercado e do consumidor, a ideia agora é agregar a essa ferramenta novos atributos.

Além de informar preços, os tablóides devem ser encarados como meios de comunicação de uma marca com os consumidores.  Em outras palavras, ser usado para marcar território, mostrar a cara e o conceito do seu empreendimento.

Do pequeno ao grande varejista, de drogarias a supermercados, o tablóide vem mostrando que pode se adaptar a diversas situações. “Essa é uma das ferramentas mais democráticas que existem”, afirma o consultor Marcos Machado, coautor da edição brasileira do livro “Strategic Brand Management”.

A frenética guerra de preços estabelecida entre grandes varejistas transformou a produção de um tablóide em um acontecimento igualmente impetuoso. Antes de lançar um encarte de ofertas, boa parte das grandes redes pesquisa os preços de seus concorrentes diretos, em uma operação quase de guerra. As informações são guardadas a sete chaves e muita coisa só é decidida mesmo na noite anterior à distribuição do tablóide, quando o encarte é liberado para a impressão na gráfica. “O ciclo de produção de um tablóide está cada vez mais curto”, diz Tiago Silva Costa, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Arizona, empresa de pré-media e tecnologia.

Essa foi uma das grandes mudanças sofridas nos últimos anos pela ferramenta: a periodicidade ou frequência com que são lançados. Se antigamente eles eram distribuídos a cada dez ou 15 dias, hoje, é possível encontrar encartes com validade de apenas um dia.  ”São ações isoladas que acontecem ao longo da semana para combater o concorrente”, diz o diretor comercial da Plural Editora e Gráfica, de São Paulo, Alfredo Gomes dos Santos.

Além da frequência maior de lançamento, outra mudança percebida no mercado foi um processo de regionalização de tablóides. Redes com atuação nacional lançam não apenas encartes diferentes para distintos dias da semana, mas distribuem encartes específicos para cada cidade. No caso de grandes centros, como a capital paulista, por exemplo, é possível encontrar em um mesmo dia tablóides de uma mesma rede produzidos especificamente para cada região da cidade.

Os grandes fabricantes também perceberam a força da ferramenta e pagam para estar nas páginas de tablóides de muitos varejistas. Os encartes têm se mostrado interessante para indústrias com grande quantidade de lançamentos. “Há, inclusive, fabricantes que imprimem tablóides customizados para o varejo com as linhas de produtos da marca”, diz Rafael D’Andrea, diretor de desenvolvimento da ToolBoxTM – Métricas do Ponto de Venda.

Reforça a marca

Apesar de todas as mudanças e adaptações, muitos profissionais que estudam essa ferramenta afirmam que ainda há muito mais a ser explorado. “É um instrumento valioso que ainda não está sendo bem utilizado”, considera Sonia Bittar, diretora-geral do Instituto Data Popular.

Na avaliação da especialista em estudos do varejo, o desafio do setor no que diz respeito a tablóides é fazer o consumidor perceber que por trás daquele conjunto de ofertas existe um posicionamento da empresa. “Depois de ler vários tablóides, as pessoas acham que cada varejista tem preço bom em um determinado item, mas mal se lembram que rede está oferecendo o quê”, diz.

Antes de elaborar um tablóide, a primeira tarefa é descobrir quem é seu consumidor, por que ele faz compras no seu estabelecimento e definir o posicionamento da sua empresa no mercado. A partir daí, e com uma boa dose de criatividade, você vai perceber que há uma infinidade de possibilidades de uso do tablóide.  “As informações de um tablóide dependem do posicionamento da loja”, explica Machado.

Ferramenta de comunicação

De acordo com especialistas, no caso do pequeno varejo, a função do tablóide acaba sendo primeiro a de comunicar a existência da loja e seu posicionamento no mercado – pode ser uma categoria específica com a qual trabalha, a prática de preços justos, uma boa opção para compras de reposição, por exemplo.

“Não tem de se esperar que o preço do pequeno seja tão competitivo quanto o do grande varejista”, diz D’Andrea. O sócio-diretor da Titanium Trade Marketing, Marcelo Ermini, vai mais longe ao dizer que quem investe somente em preço pode ter vida curta no mercado, o que vale para empresas de qualquer porte. Nem sempre o menor preço é o que atrai todos os tipos de consumidores. Há uma parcela grande que está em busca de serviços. “O consumidor hoje quer ser surpreendido, não só atendido”, ressalta.

A ideia, portanto, é utilizar o tablóide como uma de suas iscas para garantir fluxo, mas aproveitá-lo para anunciar os diferenciais da sua empresa. Por exemplo: você realiza entregas em domicílio? Então comunique os consumidores por meio de seu tablóide! “Embora não tenha essa finalidade, o tablóide é hoje uma alternativa à mídia tradicional”, afirma D’Andrea. “Por ter um custo relativamente baixo”, acrescenta o executivo, “as pequenas redes que não têm condições de estar em grandes mídias podem utilizá-lo com resultados muito bons”.

Antes de dar uma cara ao seu encarte, é sempre bom dar uma olhada no que anda sendo feito por aí. Há muita coisa errada, como tablóides poluídos visualmente, outros que pecam por publicar informações erradas. Mas também há muita coisa bacana que pode render boas ideias. Alguns varejistas, por exemplo, aproveitam o espaço para dar dicas de conservação de alimentos, publicar receitas e outras informações que tornam a ferramenta interessante.

O designer Marcelo Ribeiro explica que no dia a dia o que deve acontecer é uma pesquisa e uma grande observação em cima de tendências, algo muito parecido com moda. “O comportamento e o impulso de compra mudam muito rápido, então é preciso acompanhar estas mudanças na hora de promover um produto”, diz, ressaltando a importância de sempre colocar a personalidade da marca no encarte. “É vital que o tablóide mantenha a mesma identidade visual do estabelecimento”.

Raio X do tablóide de varejo

Seções que mais ocupam espaço

Mercearia de alto giro: 13,6%

Higiene, saúde e beleza: 12%

Perecíveis congelados 8,8%

Limpeza 8,4%

Eletroeletrônicos 7,9%

Perecíveis lácteos 7,6%

Mercearia doce 6,7%

Bebidas alcoólicas 6,2%

Bebidas não alcoólicas 5,8%

Matinais 4,7%

Principais anunciantes

Unilever: 9,9%

Nestlé: 6,3%

Johnson&Johnson:4,9%

Marcas mais anunciadas

Nokia: 2,3%

Dove: 1,7%

Always: 1,6%

Fonte: ToolBoxTM – Métricas do Ponto de Venda

Comportamento do consumidor

Quem gosta de receber tablóide promocional em casa?

Classes D e E: 35%

Classe AB: 26,2%

Quem vai ao estabelecimento aproveitar as ofertas depois de ter visto nos tablóides?

Classe DE: 48,3%

Classe C: 39,7%

Classe AB: 32%

Fonte: Instituto Data Popular

Vantagens da ferramenta

  • Custo relativamente baixo em relação a mídias tradicionais, como jornais, revistas ou televisão
  • Ferramenta flexível (pode se moldar de acordo com o perfil da loja ou da promoção)
  • Dependendo do local da distribuição pode influenciar o shopper antes da compra e no momento da compra
  • Comunicar/lembrar ao consumidor da região a presença da loja, o posicionamento do estabelecimento

Dicas

  • Monte um banco de imagens
  • Evite processos muito manuais na hora da produção do tablóide, pois eles aumentam as chances de publicar informações trocadas
  • Dê atenção especial para a qualidade das imagens
  • Cuidado com o tipo de papel, uma escolha errada pode gerar um tablóide pouco atrativo
  • Escolha letras que facilitem a leitura
  • Conheça as necessidades do consumidor da região onde você atua
  • Utilize o tablóide como instrumento de comunicação da loja com os clientes e não apenas para informar preços
  • Procure criar uma identidade, uma personalidade para o tablóide
  • Muito cuidado com as informações publicadas. O Código de Defesa do Consumidor obriga estabelecimentos a cumprirem toda informação ou publicidade veiculada enquanto houver estoque do produto anunciado.

Erros mais comuns

  • Overprint (informações suprimidas no processo de impressão)
  • Baixa qualidade de fotos de produtos
  • Fotos de produtos trocadas
  • Descrição errada de produtos
  • Informações de tablóides antigos
  • Unidades de medida erradas (por exemplo, no lugar de R$ 10 o kg, colocar R$ 10 a unidade)
  • Poluição visual (excesso de informação visual)
  • Falta de identidade/personalidade

Autor: Valéria Serpa Leite

 
2011,mai
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Executivos poderiam aprender com Lady Gaga

in Comportamento, Experiência, by Elen Pérez

Na verdade as empresas deveriam é “desaprender” com ela!

Essa matéria foi extraída do site Exame.Com

Para Escola Europeia de Administração e Tecnologia, carreira estrondosa de Gaga se deve à sua capacidade de usar métodos novos para aquecer setores estagnados.

Berlim – A cantora norte-americana Lady Gaga pode ser reconhecida principalmente por seus figurinos provocantes e shows bizarros, mas teria muito a ensinar a grandes empresas em matéria de inovação estratégica, disse à Reuters na quarta-feira um pesquisador empresarial alemão.

O segundo álbum de Lady Gaga, “Born This Way”, foi lançado na segunda-feira, e a expectativa é que gere vendas fortes e chegue ao topo das paradas musicais, independentemente da recepção por parte dos críticos.

Para Martin Kupp, professor da Escola Europeia de Administração e Tecnologia, em Berlim, o resultado se deve em grande medida à capacidade de Gaga de variar a maneira como os consumidores se relacionam com sua marca.

“Lady Gaga transcende as fronteiras dos setores, e não está claro realmente se ela é música, artista ou estilista”, disse Kupp, autor de um livro recente sobre lições comerciais de artistas como a cantora Madonna e o pintor renascentista Tiziano.

“Acho que pode haver gente aí fora que a associa muito mais à moda e outros tipos de entretenimento que à música”, acrescentou Kupp, falando da cantora de 25 anos cujos figurinos que chamam a atenção já incluíram um vestido feito de carne crua.

A Billboard estimou que entre 450 mil e 750 mil cópias do novo disco de Lady Gaga, lançado pelo selo Interscope Records, do Universal Music Group, podem ser vendidos apenas na primeira semana nas lojas.

A alta demanda por um download especial do álbum a 99 centavos de dólares provocou a queda dos servidores da loja online Amazon.

Kupp e os colegas com quem trabalhou em um estudo de caso recente dizem que a estratégia de mídias sociais da cantora é uma maneira de empresas aprenderem a usar métodos novos para reavivar um setor econômico já sedimentado.

Com o uso da rede social Facebook e do site de microblogging Twitter, Lady Gaga criou um exército de fãs através de interações sociais, e não pelo uso dos princípios tradicionais de marketing como a promoção, o produto e o preço, disse Kupp.

“As mídias sociais são um meio de comunicação que não é unilateral, e acho que Lady Gaga compreende isso”, disse Kupp. “É algo que envolve emoções, engajamento e interatividade, e ela é muito avançada nisso.”

Lady Gaga se descreve como a “mãe monstra” e chama seus fãs de “monstrinhos”, observou Kupp, para quem esse vínculo não passa despercebido dos consumidores.

“É isso o que se procura nas mídias sociais”, disse ele. “É criar muito mais intimidade do que se criaria com os instrumentos de marketing tradicionais.”

Kupp disse que a estratégia comercial de Lady Gaga conseguiu infundir nova vida em uma indústria musical que vem se esforçando para adaptar seu modelo econômico, diante das mudanças tecnológicas trazidas pelos downloads pela Internet e a pirataria online.

“Lady Gaga é um exemplo que mostra que isso se aplica não apenas à música, mas a concertos, merchandising, arte, moda, mídia e o cotidiano”, disse Kupp, acrescentando que a gravadora da cantora lucra com todas as outras atividades dela, também.

Fonte: Exame.Com

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2011,mai
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Novas ideias de painéis!

in Experiência, Vídeos, by Elen Pérez

Design, tecnologia e idéias fora da caixa! É o que nós aqui na Habilis adoramos! Segue abaixo um grande exemplo disso, “The Canvas Experiment” que a All Star Converse fez! O Painel de all stars sensível ao movimento!

Veja mais aqui: The Canvas Experiment

 
2011,abr
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PepsiCo Social Vending Machine

in Experiência, Vídeos, by Elen Pérez

A PepsiCo. está cada dia mais colocando em prática novas idéias interativas. Uma de suas ultimas, foi a criação dessa vending machine social e interativa. A interatividade da PepsiCo Social Vending Machine é feita por meio de celular, video e o presente a um amigo!
Só falta um botão de curtir e twittar nela né

Fonte: Oh Gizmo!

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